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  • Estêvão ultrapassa Vinícius Júnior e se torna o jogador brasileiro mais valioso do Mundo; confira

    Estêvão ultrapassa Vinícius Júnior e se torna o jogador brasileiro mais valioso do Mundo; confira

    Estêvão tem mostrado cada vez mais sua importância desde que se transferiu para o Chelsea e agora, tornou-se o jogador brasileiro mais valioso do mundo. De acordo com os estudos do Observatório de Futebol do Centro Internacional de Estudos de Esportes (CIES), que listou o atletas nascidos no Brasil entre o Top-100 mundial.

    Aos 18 anos, o atacante do Blues ocupa 16ª posição da lista e está avaliado em 118 milhões de euros (cerca de R$ 751 milhões). Estêvão ainda é o melhor jogador do Chelsea ranqueado na lista, superando o meia-atacante Cole Palmer e seus impressionantes valores na casa dos 115,8 milhões de euros (R$ 731 milhões).

    Os outros sete brasileiros que integram o Top-100 mundial são: João Pedro (Chelsea), Savinho (Manchester City), Vinicius Jr. (Real Madrid, Vitor Roque (Palmeiras), Gabriel Martinelli (Arsenal), Rodrygo (Real Madrid), Raphinha (Barcelona).

    Quando se trata de jogadores mais valiosos do planeta, Lamine Yamal, do Barcelona, desponta na liderança deste ranking, com valo estimado de 343,1 milhões de euros (R$ 2,2 bilhões), seguido por Haaland, do Manchester City (R$ 1,6 bilhão) e Kylian Mbappé, do Real Madrid (R$ 1,3 bilhões), no Top-3.

    Confira a posição dos brasileiros

    • 16º: Estêvão (Chelsea) – 118,9 milhões de euros (R$ 751 milhões);
    • 24º: João Pedro (Chelsea) – 100,5 milhões (R$ 635 milhões)
    • 34º: Savinho (Manchester City) – 91,5 milhões (R$ 579 milhões)
    • 38º: Vini Jr (Real Madrid) – 90,3 milhões (R$ 570,3 milhões)
    • 46º: Vitor Roque (Palmeiras) – 85,2 milhões (R$ 538,4 milhões)
    • 63º: Gabriel Martinelli (Arsenal) – 75,5 milhões (R$ 477 milhões)
    • 69º: Rodrygo (Real Madrid) – 73,7 milhões (R$ 465,4 milhões)
    • 88º: Raphinha (Barcelona) – 65,9 milhões (R$ 416 milhões)
  • Internacional acerta a contratação do meia Paulinho Paula para a temporada de 2026

    Internacional acerta a contratação do meia Paulinho Paula para a temporada de 2026

    O Colorado chegou a um acordo com o meio-campista de 29 anos, que deixa o Vasco da Gama. O jogador desembarca em Porto Alegre nesta sexta-feira para realizar exames médicos e assinar contrato.

    O Internacional está muito próximo de oficializar mais um reforço para o seu elenco visando as competições de 2026. O clube gaúcho confirmou, através de nota oficial, que acertou as bases contratuais com o meio-campista Paulinho Paula, que defendeu o Vasco nas últimas temporadas.

    A oficialização do negócio depende apenas dos trâmites burocráticos finais. O jogador chega à capital gaúcha na tarde desta sexta-feira (9) para passar por uma bateria de exames médicos e concluir os processos jurídicos e administrativos.

    Em comunicado, o clube detalhou os próximos passos: «Concluídas essas etapas, o atleta será oficializado como reforço do Clube para a temporada 2026 e passará a integrar o elenco profissional no CT Parque Gigante, sob comando do treinador Paulo Pezzolano».

    Trajetória recente e carreira

    Paulinho Paula, de 29 anos, estava no Vasco da Gama desde 2023. Durante a sua passagem pelo Cruz-Maltino, o meia disputou 52 partidas, marcou dois gols e contribuiu com três assistências.

    Revelado nas categorias de base do Fluminense, Paulinho construiu grande parte da sua carreira no futebol internacional. Ele transferiu-se cedo para Portugal, onde vestiu as camisas de Sporting e Boavista. Posteriormente, atuou no futebol da Arábia Saudita, defendendo o Al-Shabab e o Al-Fayha, antes de retornar ao Brasil para jogar no Vasco.

    Agora, ele chega ao Beira-Rio para ser mais uma opção para o técnico Paulo Pezzolano na montagem do meio-campo colorado.

  • A Origem do Dérbi de Roma: Fascismo, Classe e a Divisão Política entre Lazio e Roma

    A Origem do Dérbi de Roma: Fascismo, Classe e a Divisão Política entre Lazio e Roma

    O Dérbi de Roma, entre Lazio e Roma é um dos maiores clássicos da Itália e do mundo, conhecido também como Derby della Capitale – em português, Derby da Capital, uma vez que são os dois maiores times a capital italianarbi. Entretanto, a rivalidade do duelo vai muito além da competitividade esportiva, e envolve disputas políticas, históricas e de classe.

    Origem dos dois times

    A Lazio foi fundada no dia 9 de janeiro de 1900, na região do Lácio, uma das mais ricas regiões da capital. Inicialmente para ser um clube de atletismo, a modalidade futebol foi criada apenas no ano seguinte, As cores escolhidas para foram azul e branca em alusão à bandeira grega, berço das olimpíadas.

    A Roma surgiu em 1927, da fusão de outros três times, a ideia era que, com a ascensão do regime fascista na Itália, houvesse um time que levasse o nome da capital para o resto da Europa. Contudo, por ter uma origem popular e na classe trabalhadora, a Roma foi se desvinculando de suas raízes fascistas ao longo do tempo. O primeiro Derby de Roma aconteceu em 1929, no estádio Della Rondinella, e o público assistiu a vitória da Roma por 1 a 0.

    Registro do primeiro Dérbi de Roma.
    Foto: Repdrodução/AS Roma

    O lado político dos dois times

    A partir da década de 30, as duas torcidas começaram a tomar posições políticas opostas. Enquanto a torcida da Roma, de origem mais pobre, se posicionava a esquerda no espectro política, a torcida da Lazio aumentou a rivalidade do Dérbi de Roma ao formar grupos neonazistas e de apoio com a extrema-direita europeia.

    Desde então, a torcida da Lazio se posiciona explicitamente de maneira fascista, gerando episódios que repercutem por todo o mundo. Em 1998, os ultras do time, em um clássico, exibiram a faixa “Auschwitz è la vostra patria, i forni le vostre case“, em protuguês: “Auschwitz é a vossa pátria, os fornos são as vossas casas”, uma clara alusão ao regime nazista.

    Ultras exibem a faixa.
    Foto: Reprodução/observatório racial do futebol

    O histórico de manifestações fascistas da Lazio permeia até os dias de hoje, em 2017, torcedores espalharam fotos de Anne Frank com a camisa da Roma pela cidade. Já em 2024, os ultras cantaram músicas que fazem alusão com o regime de Mussolini antes de um jogo pela Champions League.

    Apesar de chocar, nem a diretoria e nem a federação italiano buscam acabar com essas manifestações, que acontecem em um time deste tamanho.

  • Futebol e Ditadura na América Latina: O Uso dos Estádios como Palco de Repressão e Resistência

    Futebol e Ditadura na América Latina: O Uso dos Estádios como Palco de Repressão e Resistência

    A América Latina sempre foi um local de muita luta sobre a sociedade durante as ditaduras. Como é uma região em que o futebol é o principal esporte de vários países, muitos estádios foram usados como locais de repressão ( centros de detenção e tortura) quanto palcos de resistência popular e política.

    Histórias emblemáticas por Chile e Brasil: Estádios como prisões e centros de tortura

    Regimes militares, como os do Chile e do Brasil, transformaram instalações esportivas em centros de operações repressivas, aproveitando sua infraestrutura e grande capacidade de confinamento.

    Durante o começo do ano de 1964, no Brasil, o governo de João Goulart sofre um golpe militar e assim se instaurou a Ditadura Militar. Os meses entre abril e julho foram marcados com o uso do estádio Caio Martins, em Niterói, como o primeiro estádio a ser usado como prisão da América Latina. Estima-se que o local recebeu entre 300 e 1.000 presos, acusados de subversão.

    No Chile, aconteceu em 1973, após o golpe ministrado pelo Augusto Pinochet. O Estádio Nacional do Chile, localizado em Santiago, se tornou um campo de concentração e tortura. O local teve mais de 40.000 pessoas detidas, onde muitas delas foram torturas e assassinadas. Atualmente, uma parte da arquibancada é preservada, intocada e sem assentos, como um memorial permanente às vítimas, com a frase “Um povo sem memória é um povo sem futuro”.

    Resistência: O Futebol como Válvula de Escape e Protesto

    Por outro lado, os estádios e o futebol foram utilizados para combater essas repressões políticas. Muitas vezes sendo usados pela oposição para se manifestar, superando a censura ou o medo.

    Um dos maiores movimentos de resistência vem do  Sport Club Corinthians Paulista, no início dos anos 80. Liderados por Sócrates e Casagrande. O movimento Democracia Corintiana , promovia a autogestão do clube e que reivindicava para que os jogadores tivessem mais liberdade e influência nas decisões administrativas do clube e lutavam por direitos democráticos para a população do país, como a “Diretas Já” (eleições diretas para presidente). 

     No próprio Estádio Nacional, durante um jogo do Colo-Colo após o golpe de Pinochet, um apagão temporário fez com que torcedores acendessem fósforos e isqueiros, entoando cantos de “libertar, libertar, libertar”, em um dos primeiros gestos de oposição em massa a Pinochet.

    FAQS sobre a relação entre estádios e ditaduras na América Latina

    Qual o primeiro estádio que foi usado como prisão na América Latina?

    O estádio Caio Martins, em Niterói, é considera do o primeiro estádio usado como prisão. Foi utilizado no ano de 1964 após o golpe militar.

    Porque o Estádio Nacional do Chile têm a frase: “Um povo sem memória é um povo sem futuro”?

    É uma homenagem às mais de 40.000 pessoas que ficaram detidas no estádio e foram torturadas e assassinadas durante o Golpe de 1973 liderado por Augusto Pinochet.

    O que foi a “Democracia Corintiana”?

    Foi um movimento de autogestão e protesto político que ocorreu no Corinthians no início dos anos 80, liderado por jogadores como Sócrates e Casagrande. Eram a favor das questões democráticas que a população lutava na Ditadura Militar.

  • Bahia acerta a contratação do lateral argentino Román Gómez para 2026

    Bahia acerta a contratação do lateral argentino Román Gómez para 2026

    O jovem de 21 anos, campeão argentino pelo Estudiantes, chega ao Tricolor de Aço para substituir Santiago Arias, com contrato firmado até dezembro de 2030.

    O Bahia oficializou, na manhã desta quinta-feira (08), um reforço importante para a temporada de 2026. O clube anunciou a contratação do lateral-direito Román Gómez, de apenas 21 anos, que se destacou defendendo as cores do Estudiantes de La Plata, da Argentina.

    A operação para trazer a promessa argentina envolveu um investimento de cerca de 3 milhões de dólares (aproximadamente R$ 16,5 milhões) por parte do Esquadrão. O atleta assinou um vínculo longo, válido até dezembro de 2030, demonstrando a aposta do clube no seu potencial de desenvolvimento e retorno técnico.

    Créditos: EC Bahia

    Substituto de Arias e credenciais de campeão

    A chegada de Román Gómez tem um objetivo claro: preencher a lacuna deixada pelo experiente colombiano Santiago Arias, que não renovou seu contrato e deixou o clube ao final da última temporada.

    Apesar da pouca idade, Román traz na bagagem conquistas relevantes. Titular do Estudiantes durante grande parte da temporada de 2025, o lateral foi peça ativa nas campanhas que culminaram nos títulos da Liga Argentina e da Copa Argentina.

    O Bahia celebrou a contratação em suas redes sociais:

    «Campeão argentino, lateral direito Roman Gomez é o novo reforço do Esquadrão para 2026.»

    O jogador é aguardado em Salvador para realizar exames médicos e integrar-se ao elenco comandado por Rogério Ceni na pré-temporada.

  • O Grito da Arquibancada: A Influência das Torcidas Organizadas na História na Redemocratização Brasileira

    O Grito da Arquibancada: A Influência das Torcidas Organizadas na História na Redemocratização Brasileira

    O futebol brasileiro sempre ultrapassou os limites do campo, espelhando lutas e tensões da sociedade, andando lado a lado com fanatismo das Torcidas Organizadas que abraçou essas causas. Durante os anos finais da Ditadura Militar (1964-1984), o esporte se converteu em um dos palcos mais simbólicos da contestação política, tendo esse período uma crescente na mobilização popular e do movimento Diretas Já, as arquibancadas deixaram de ser apenas espaços de torcida para abrigar vozes que imploraram por liberdade, justiça e escolha democrática. A expressão mais emblemática dessa relação entre futebol e política foi a Democracia Corinthiana, um movimento que marcou não só o clube paulista mas também o debate nacional.

    A Democracia Corinthiana, entre 1981 e 1985, rompeu com tradições autoritárias dentro do próprio futebol ao implementar um modelo de gestão participativa. Em um Brasil ainda sob a sombra da Ditadura, onde a população não tinha acesso a eleições diretas para presidente, o Sport Club Corinthians Paulista promoveu decisões coletivas envolvendo jogadores, comissão técnica, roupeiros e massagistas por meio do voto. O movimento foi articulado por líderes como Sócrates, ídolo e capitão que se tornou símbolo da luta pela liberdade, Wladimir, lateral com forte presença política, e Casagrande, jovem goleador que questionava as estruturas hierárquicas do esporte.

    O impacto da Democracia Corinthiana extrapolou os limites do clube. Os princípios de autogestão e participação refletiam em muito o que a sociedade pedia nas ruas em apoio às “Diretas Já”, que era um movimento popular massivo que clamava por eleições diretas para presidente e mobilizou milhões em manifestações por todo o país. Sócrates, além de capitão, tornou-se porta-voz desse encontro entre futebol e política, participando ativamente de debates, entrevistas e eventos relacionados às Diretas Já. A famosa faixa corintiana “Ganhar ou perder, mas com democracia” tornou-se símbolo dessa intersecção entre paixão pelo clube e engajamento político.

    A excitação das arquibancadas e o engajamento das torcidas organizadas também ganharam expressão em outros clubes. Ao lado da Gaviões da Fiel, outras torcidas como a Torcida Jovem do Santos, Mancha Verde (Palmeiras), Raça Rubro-Negra (Flamengo), Força Jovem do Vasco, A Coligay do Grêmio (representou uma forma de resistência ao afirmar a presença da comunidade LGBT em um ambiente historicamente conservador) e a torcida organizada do Fluminense levaram mensagens, faixas e cânticos que dialogavam com o clamor por democracia. Essas manifestações, muitas vezes silenciosas nas capas dos jornais à época, colaboraram com a construção de um sentimento de resistência e unidade popular contra a Ditadura Militar.

    O legado da Democracia Corinthiana e das torcidas organizadas revela que o futebol, em sua essência social, pode ser um canal de expressão política e de mobilização por direitos. Ao misturar paixão pelo clube com as lutas e pela superação da Ditadura Militar, as arquibancadas contribuíram para um dos momentos mais emblemáticos da história da democracia brasileira, mostrando que a voz do torcedor podia ecoar muito além dos estádios.

    Para quem deseja aprofundar no papel dessas torcidas na redemocratização do Brasil, a análise detalhada está disponível em uma excelente referência histórica: Grito de Liberdade: o papel essencial das torcidas na redemocratização, que contextualiza como as arquibancadas se tornaram um verdadeiro “grito de liberdade”.

  • Mística tricolor: a força e a alegria da torcida do Bahia

    Mística tricolor: a força e a alegria da torcida do Bahia

    No cenário do futebol brasileiro, poucas massas humanas conseguem sintetizar tão bem a identidade cultural de um povo quanto a torcida do Esporte Clube Bahia.

    Conhecida como a «Nação Tricolor», ela não apenas apoia um time de futebol; ela celebra, a cada jogo, a própria essência da soteropolitanidade. Em Salvador, o ato de torcer transcende o esporte e transforma-se em uma manifestação de fé, música e resistência.

    O dono do Nordeste: números e lealdade

    As pesquisas de opinião pública são unânimes em colocar o Bahia no topo do ranking das maiores torcidas da região Nordeste e entre as maiores do Brasil. No entanto, o que define este torcedor não é apenas a quantidade, mas a fidelidade à prova de fogo.

    Créditos: Maurício Simões / EC Bahia

    A história da torcida tricolor é forjada na resiliência. O momento que melhor define este traço de caráter não foi um título, mas a sua fase mais sombria. Em 2007, ano da tragédia da antiga Fonte Nova e do rebaixamento para a Série C, a torcida não abandonou o barco.

    Pelo contrário, na terceira divisão, o Bahia registrou as maiores médias de público de todas as divisões do futebol nacional naquele ano, lotando o estádio de Pituaçu e criando o lema de que o Bahia «é o mundo» e que a torcida iria «aonde o Bahia fosse». Essa prova de amor incondicional regenerou o clube e devolveu-o à elite.

    A Fonte Nova: o templo da festa

    A relação entre a torcida e a Arena Fonte Nova é simbiótica. Se no passado a antiga estrutura de concreto balançava (literalmente) com a energia da multidão, hoje a moderna arena continua a ser um caldeirão.

    Créditos: Marcelo Malaquias/ EC Bahia

    A atmosfera em dia de jogo do Bahia é única. O estádio pulsa em uma frequência diferente, regido por cânticos que misturam o ritmo do axé e do samba-reggae com a paixão futebolística. O grito de «Bamo, Bamo, Baêa» ecoa não como uma ordem, mas como um mantra religioso. Em 2024, o clube figurou consistentemente no «Top 5» das melhores médias de público do Brasileirão, transformando cada partida em casa em um espetáculo visual de bandeiras tricolores (azul, vermelho e branco) e mosaicos criativos.

    O Esquadrão e a democracia

    Recentemente, a torcida do Bahia abraçou também uma faceta social e inclusiva que se tornou referência no país. O clube, impulsionado pelos seus adeptos, posicionou-se na vanguarda de causas sociais, combatendo o racismo, a homofobia e a intolerância religiosa.

    Créditos: Felipe Oliveira/E.C.Bahia

    O torcedor do Bahia orgulha-se de ser o «Clube do Povo». Essa identidade democrática atrai novos adeptos e reforça o laço com as camadas mais populares de Salvador. A torcida organizada Bamor, a maior do clube, lidera a festa nas arquibancadas, mas a energia espalha-se por todos os setores, unindo o executivo do camarote e o trabalhador da arquibancada superior em um só grito.

    Seja celebrando o bicampeonato brasileiro (1959 e 1988) ou empurrando o time em uma recuperação no campeonato, a torcida do Bahia confirma, jogo após jogo, que não é apenas uma espectadora. Ela é o décimo segundo jogador, a alma do «Esquadrão de Aço» e a prova viva de que, na Bahia, o futebol se joga com o pé, mas se ganha com o coração.

    FAQs sobre a torcida do Bahia

    Qual é considerada a maior torcida da região Nordeste?

    A maioria das pesquisas de institutos renomados aponta a torcida do Bahia como a maior da região Nordeste e uma das maiores do Brasil.

    Qual é o estádio onde a torcida do Bahia manda os seus jogos?

    A casa oficial e espiritual da torcida é a Arena Fonte Nova, localizada em Salvador. Em períodos de reforma ou indisponibilidade, o time também utilizou o estádio de Pituaçu.

    Qual é a principal torcida organizada do clube?

    A maior e mais tradicional torcida organizada do clube é a Bamor (Torcida Organizada Bamor).

    O que marcou a presença da torcida na Série C de 2007?

    A torcida destacou-se pela fidelidade impressionante. Mesmo na terceira divisão, o Bahia obteve a maior média de público do Brasil entre todas as divisões, lotando os estádios e empurrando o time de volta à ascensão.

    Quais são as cores que a torcida veste?

    As cores oficiais são o azul, o vermelho e o branco, o que confere ao time e à torcida a alcunha de «Tricolor de Aço» ou «Tricolor Baiano».

    Quantos títulos brasileiros a torcida do Bahia já comemorou?

    A torcida celebrou dois títulos do Campeonato Brasileiro: o primeiro em 1959 (sendo o primeiro campeão nacional da história, vencendo o Santos de Pelé) e o segundo em 1988 (vencendo o Internacional).

    Qual é o cântico mais famoso da torcida?

    Embora existam muitos, o grito de «Bamo, Bamo, Baêa» é o mais icônico e reconhecível, entoado de forma uníssona em momentos de pressão e celebração.

  • Após confirmar permanência, Hulk avisa que não renovará com o Atlético-MG

    Após confirmar permanência, Hulk avisa que não renovará com o Atlético-MG

    Após semanas de especulações, a novela entre Hulk e o Atlético-MG chegou o fim com a permanência do atacante, mas sem a parte feliz que todos imaginavam. O atleta utilizou suas redes sociais para confirmar que cumprirá seu contrato com o Galo, válido até dezembro deste ano, mas seu estafe avisou a diretoria do clube mineiro que não exercerá a clausula de renovação automática por mais uma temporada.

    Segundo a apuração do GE, Hulk pretende deixar o Atlético ao fim deste ano, independente do cumprimento ou não das metas estabelecidas no acordo assinado em fevereiro de 2024, quando renovaram o contrato.

    Como consta nos documentos firmados entre ambas as partes, caso Hulk jogue em metade das partidas do Galo em 2026, o atacante teria mais um ano de contrato válido com o clube, o que agora está sendo descartado pelos seus representantes. Com isso, o atleta poderá assinar um pré-contrato com qualquer outra equipe, a partir de julho deste ano.

    A definição do futuro do jogador ocorreu após negociações tensas. Na última terça-feira (06), o Atlético-MG começou o dia aguardando uma resposta de Hulk sobre sua permanência, mas o projeto apresentado pelo Galo não o animou.

    Alguns termos apresentados pela diretoria do clube mineiro incomodou o atacante de 39 anos, que enxergou o desejo do Galo de “aposentá-lo” ao propor ações muito voltadas à parte comercial ao invés de focar na parte esportiva, como um documentário sobre sua história na agremiação, construção de uma estátua e até a possibilidade de Hulk adquirir 2% da SAF do time.

    Toda essa conversa ocorreu durante o interesse do Fluminense em Hulk, com o time mineiro ciente na possibilidade de saída, mas apegado à multa rescisória de R$ 60 milhões, não fez muito alarde. O clube avisou que não abriria mão da compensação financeira, caso ele saísse antes do fim do vínculo ao fim do ano.

  • Fagner rescinde com Corinthians e fecha em definitivo com o Cruzeiro

    Fagner rescinde com Corinthians e fecha em definitivo com o Cruzeiro

    Lateral têm contrato para até o fim do ano de 2026

    O Cruzeiro nesta quarta-feira (7) anunciou em suas redes sociais a compra em definitivo do lateral direito Fagner, que já estava no clube emprestado em 2025.

    O atleta assinou por uma temporada com a raposa e encerra oficialmente o vínculo com o Corinthians , na qual rescisão também foi assinado nesta quarta.

    A rescisão de contrato economizará 8 milhões na receita, entre salários e multas, de acordo com a diretoria do alvinegro.

    Despedida com “desabafo” para o Timão

    Fagner em suas redes sociais se despediu do Corinthians com uma fala que deixa um “desabafo” na publicação.

    “Na minha cabeça, nunca pensei que esse ciclo fosse terminar. Mas algumas pessoas quiseram e fizeram isso. Faz parte, fui procurar novos desafios e estou extremamente feliz com tudo o que tem acontecido comigo e com a minha família nesse último ano. E assim será para a sequência…”, escreveu.

    Reencontro com antigo conhecido

    Neste ano de 2026, o Fagner vai ser comandado pelo técnico Tite no Cruzeiro. Dupla tiveram uma passagem juntos nos anos de Corinthians e até na seleção brasileira

    Pela raposa, o lateral teve 17 jogos e 14 jogos como titular, mas perdeu grande parte da temporada por uma fratura na fíbula.

  • Hulk confirma permanência no Atlético-MG até o fim de 2026, mas encerra conversas por renovação

    Hulk confirma permanência no Atlético-MG até o fim de 2026, mas encerra conversas por renovação

    Ídolo alvinegro cumprirá o seu vínculo atual, mas comunicou que não exercerá a cláusula de extensão, rejeitando o projeto de “despedida” apresentado pela diretoria.

    A torcida do Atlético Mineiro pode respirar aliviada a curto prazo, mas já deve se preparar para um adeus futuro. O atacante Hulk utilizou as suas redes sociais para confirmar que honrará o seu contrato com o Galo até dezembro de 2026, colocando um ponto final nas especulações sobre uma saída imediata. No entanto, o jogador também descartou qualquer possibilidade de renovação ou de ativação da cláusula de extensão automática por mais uma temporada.

    A decisão encerra, por ora, a “novela” que agitou os bastidores do clube nas últimas semanas. Hulk, que tem 39 anos, comunicou à diretoria que não irá ampliar o seu vínculo, frustrando os planos do clube de mantê-lo por mais tempo.

    Divergência de projetos

    O principal motivo para o encerramento das negociações foi uma divergência sobre o futuro da carreira do atleta. Segundo informações, o Atlético apresentou um projeto que soou como um plano de aposentadoria, incluindo a produção de um documentário e a construção de uma estátua, tratando a próxima etapa como um “adeus”.

    Hulk, que ainda se sente em plena forma física e técnica, não se identificou com essa proposta, pois não planeja pendurar as chuteiras tão cedo. O descompasso de expectativas levou o atacante a optar apenas pelo cumprimento do contrato vigente.

    Compromisso até o fim

    Apesar de ter sido alvo de sondagens de outros gigantes do futebol brasileiro, como Fluminense e Grêmio, Hulk reafirmou o seu compromisso com a camisa alvinegra para a temporada de 2026. O ídolo garantiu foco total nas competições deste ano, prometendo a mesma entrega que o transformou em um dos maiores nomes da história recente do Atlético.

    Com isso, o Galo assegura a presença do seu principal jogador por mais uma temporada, mas já sabe que terá de planejar o futuro sem o seu super-herói a partir de 2027.