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  • Atlético-MG: Jorge Sampaoli teria pedido Gabigol e Allan como reforços para 2026

    Atlético-MG: Jorge Sampaoli teria pedido Gabigol e Allan como reforços para 2026

    Jorge Sampaoli já começou a desenhar os planos do Atlético-MG para 2026. O treinador argentino, que assumiu recentemente o comando do Galo, apresentou à diretoria seus primeiros pedidos.

    Entre os nomes sugeridos, estão dois jogadores com quem ele trabalhou no Flamengo em 2023: Gabigol, atualmente no Cruzeiro, e Allan, do Rubro-Negro. As informações são do portal ‘O Dia’.

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    A diretoria não formalizou qualquer oferta. No entanto, as duas indicações deixam claro o perfil de atletas que o técnico busca: experiência, qualidade técnica e histórico de conquistas.

    Valores de mercado de Gabigol e Allan

    Gabigol é ‘reserva de luxo’ no Cruzeiro

    Gabriel Barbosa vive sua primeira temporada com a camisa celeste. Contratado até dezembro de 2028, o atacante de 28 anos é a valiado em 5 milhões de euros (cerca de R$ 31 milhões), segundo o site Transfermarkt, mesmo sem a titularidade absoluta.

    Gabigol, atacante do Cruzeiro – Foto: Mauricio Simões/Cruzeiro

    Allan é bastante utilizado do Flamengo

    Allan, jogador que brilhou justamente no clube mineiro sob o comando Sampaoli antes de ser negociado com o Flamengo. Com contrato até 2027 e valor de mercado estimado em 4 milhões de euros (cerca de R$ 24 milhões), não deve ser negociado.

    Allan com a camisa do Flamengo – Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
  • A relação entre o torcedor do Palmeiras e a Academia de Futebol

    A relação entre o torcedor do Palmeiras e a Academia de Futebol

    Ser torcedor do Palmeiras é viver uma paixão que transborda as quatro linhas, carregada de história e de orgulho. Como disse o jornalista Joelmir Beting: “Explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário; e a quem não é, é simplesmente impossível.” 

    Essa frase resume bem o sentimento inexplicável que une milhões de torcedores palmeirenses ao seu clube do coração.

    Neste artigo, a equipe do Portal Camisa12 traz uma análise aprofundada (e cheia de carinho) sobre a relação única entre a torcida do Palmeiras e a lendária Academia de Futebol, unindo tradição e atualidade, história e arquibancada, tudo com aquela linguagem leve de uma boa conversa entre palestrinos.

    Avanti, Palestra! ⚽️💚

    Academia de Futebol: o legado que move o torcedor palmeirense

    Antes de mais nada, vale entender o que significa Academia de Futebol para os palmeirenses. Esse apelido carinhoso e respeitoso nasceu nos anos 60, quando o Palmeiras montou um dos maiores times da história do futebol brasileiro. 

    O futebol jogado com tanta classe e técnica era comparado a uma verdadeira aula em campo – não à toa, dizia-se na época que assistir a um jogo do Palmeiras era como ver uma “aula de futebol” ao vivo.

    Primeira Academia

    A primeira Academia brilhou nos anos 1960, liderada pelo craque Ademir da Guia (o “Divino”) e outros ídolos palmeirenses como Djalma Santos e Julinho Botelho. 

    Segunda Academia

    Já nos anos 1970, uma Segunda Academia surgiu, com jogadores lendários como Leivinha, Luís Pereira, César Maluco e o goleiro Emerson Leão. 

    Essas equipes encantaram o Brasil com títulos e futebol arte, forjando um legado de excelência que até hoje inspira o torcedor alviverde.

    Palmeiras = Brasil

    Um momento histórico que enche de orgulho qualquer torcedor do Palmeiras ocorreu em 7 de setembro de 1965. Na inauguração do Mineirão, o Palmeiras representou a Seleção Brasileira inteira em um amistoso contra o Uruguai (vestindo a camisa amarela do Brasil). Os 11 titulares eram todos jogadores do Verdão, incluindo técnico e comissão! 

    E o resultado? Vitória brasileira por 3×0. Foi a primeira (e única) vez que um clube atuou como a Seleção Brasileira completa em campo, um feito que a torcida palmeirense relembra com brilho nos olhos. 

    Não é exagero dizer que o Palmeiras era, de fato, a “verdadeira Academia” do futebol nacional naquele período. Episódios como esse cimentaram o orgulho palestrino e a percepção de que vestir a camisa verde e branca é sinônimo de tradição e conquistas.

    A Era Parmalat

    Ao longo das décadas, a ideia de Academia de Futebol continuou a inspirar novas gerações. Nos anos 90, durante a chamada Era Parmalat, o Palmeiras voltou ao topo com jogadores como Evair, Edmundo, Rivaldo e companhia – alguns torcedores consideram aquele time como uma “terceira Academia”, pelos inúmeros títulos entre 1993 e 2000.

    Dias atuais

    Mais recentemente, sob o comando do técnico Abel Ferreira, o clube vive outra fase gloriosa. De 2015 pra cá, o Verdão conquistou Libertadores (bicampeão em 2020 e 2021), Copas do Brasil e vários Brasileiros, mantendo uma base sólida de elenco por anos. Muitos já comparam essa fase atual a uma nova Academia, dada a hegemonia recente e o alto nível de futebol apresentado. 

    E convenhamos: a torcida palestrina adora essa comparação – afinal, ser chamado de Academia de novo é motivo de orgulho e prova de que o padrão de excelência continua vivo no Allianz Parque.

    Torcida que canta e vibra: tradição e paixão nas arquibancadas

    Se o Palmeiras é conhecido como Academia dentro de campo, fora dele quem dá show é a torcida do Palmeiras, carinhosamente chamada de torcida que canta e vibra.

    Esse verso imortal do hino oficial do Verdão – “Defesa que ninguém passa, linha atacante de raça, torcida que canta e vibra!” – já indica a força da massa alviverde desde 1949. 

    A torcida palmeirense sempre se destacou por seu apoio incondicional e pela festa nas arquibancadas, transformando qualquer estádio em um caldeirão verde e branco quando o Verdão entra em campo.

    A identidade palestrina tem raízes profundas. O clube nasceu em 1914 como Palestra Italia, fundado pela comunidade de imigrantes italianos em São Paulo. Os torcedores daquela época se autodenominavam palestrinos, um termo ainda usado com orgulho para se referir aos palmeirenses, lembrando as origens do clube. 

    Em 1942, em meio às pressões da Segunda Guerra, o Palestra teve que mudar de nome e assim nasceu a Sociedade Esportiva Palmeiras – evento conhecido como Arrancada Heroica

    Naquele dia histórico, o time entrou em campo já como Palmeiras e conquistou um título paulista, e a torcida entoou: “Nasce o Palmeiras, campeão!”.

    Esse espírito de resistência e paixão é passado de geração em geração. Ser torcedor do Palmeiras é carregar no peito a história de glórias, lutas e viradas por cima.

    E não faltam símbolos dessa paixão. Um exemplo é o mascote Porco: torcedor palmeirense que se preze já gritou “Olê, Porco!” pelo menos uma vez. Curiosamente, o apelido porco surgiu como provocação de rivais lá atrás, mas os palmeirenses deram a volta por cima. 

    Durante um jogo de 1986, a torcida do Palmeiras decidiu assumir de vez o apelido que antes os ofendia, cantando em coro “e dá-lhe Porco!” nas arquibancadas. A partir daí, o Porco virou símbolo de raça e orgulho do Verdão – tanto que em 2016 o clube oficializou o mascote Periquito ao lado do Porco Gobbato, eternizando ambos em sua galeria de símbolos.

    Essa capacidade de transformar zoação em motivação mostra bem a personalidade do torcedor palmeirense: apaixonado, irreverente e cheio de amor pelo clube.

    Mancha Verde: a voz da arquibancada palmeirense

    Dentro dessa torcida que canta e vibra, um capítulo especial fica por conta das torcidas organizadas, em especial a Mancha Verde (ou Mancha Alviverde). Fundada em 1983, a Mancha se tornou a maior organizada do Palmeiras e uma das mais famosas do Brasil. No estádio, são eles que puxam os cânticos incessantes, tocam os tambores e agitam bandeirões, transformando jogos em verdadeiros espetáculos de apoio. 

    Quando o Allianz Parque lota com mais de 40 mil vozes, é comum ouvir a Mancha ditando o ritmo: o canto “Palmeiras meu Palmeiras, meu orgulho, minha vida!” ecoa e arrepia, embalado pela bateria da escola de samba que eles mesmos mantém.

    Aliás, a Mancha Verde não se limita ao futebol – ela literalmente leva a paixão alviverde para o carnaval. A torcida organizada deu origem a uma escola de samba que leva o mesmo nome e, acredite, já foi campeã do carnaval de São Paulo (ganhou títulos no Grupo Especial, como em 2019 e 2022).

    Ou seja, a festa palmeirense acontece dentro e fora dos campos, seja na arquibancada ou no Sambódromo do Anhembi. Isso mostra como a cultura palmeirense vai além dos 90 minutos: é um estilo de vida, uma manifestação cultural.

    A torcida palmeirense tem orgulho de sua Mancha Verde, que hoje também desempenha trabalhos sociais e ajuda a preservar a memória da torcida (“Aqui se aprende a amar o Palmeiras”, diz a biografia da Mancha nas redes sociais).

    Com toda essa presença, a Mancha se tornou a voz mais visível (e audível!) da arquibancada alviverde, canalizando a paixão de milhões de palestrinos em uma só canção.

    Do estádio às redes sociais: a torcida palmeirense em todos os lugares

    O amor do torcedor palmeirense pelo clube evoluiu com os tempos. Se nas décadas passadas o palco principal era o Estádio Palestra Italia (o velho Parque Antártica) e hoje é o moderno Allianz Parque, agora a torcida também dá show na internet. 

    Os palmeirenses estão entre os mais engajados do país nas redes sociais, levando a rivalidade e a festa para o Twitter, Instagram, YouTube, TikTok e onde mais houver uma tela verde e branca. Em 2023, o Palmeiras atingiu 22,5 milhões de seguidores somando suas principais redes, ultrapassando o São Paulo e assumindo a 3ª posição no ranking nacional de torcidas online – ficando atrás apenas de Flamengo e Corinthians em números totais.

    Mas não é só quantidade: é qualidade de engajamento. Em dias de jogos decisivos, as hashtags do Verdão figuram entre os assuntos mais comentados, e os vídeos com bastidores e comemorações viralizam.

    A FIFA, inclusive, já destacou o envolvimento da torcida palmeirense em competições internacionais. Durante o Mundial de Clubes, por exemplo, chamou atenção o modo como os palmeirenses mobilizaram mutirões online para votar em prêmios de torcida e apoiar o time à distância. 

    Essa combinação de arquibancada pulsante e presença digital forte rende ao Palmeiras uma alcunha merecida de Torcida que canta, vibra e… tuita! 😄

    Nas redes, os torcedores palmeirenses também celebram a rica história do clube: relembram gols históricos (quem nunca viu o vídeo do gol de Cleiton Xavier aos 47 do segundo tempo contra o Colo-Colo em 2009 circulando nas timelines?), compartilham fotos da família toda uniformizada e, claro, provocam os rivais com bom humor. 

    Não importa se é no estádio gritando até ficar rouco ou no WhatsApp mandando figurinha do Porco Campeão, a verdade é que o palmeirense leva sua paixão aonde for.

    Academia e arquibancada: excelência, cobrança e orgulho de ser Palmeiras

    A relação entre a torcida e o conceito de Academia de Futebol não é feita só de saudosismo – ela também se manifesta na cobrança por excelência. O palmeirense aprendeu com as Academias do passado a amar o futebol bem jogado e as grandes conquistas, então ele não se contenta com pouco. 

    A torcida que canta e vibra também cobra (e cobra muito!) quando acha necessário. Essa característica foi até mencionada no próprio hino adaptado pelos torcedores: muitos brincam que a frase extra-oficial é “torcida que canta, vibra e cobra”.

    Ou seja, a mesma voz que apoia sem parar também sabe reclamar se o desempenho não honra a tradição alviverde. Faz parte da cultura palmeirense essa busca constante pela grandeza.

    E a diretoria e jogadores sabem: jogar no Palmeiras é ter uma torcida exigente, mas que estará ao seu lado nos momentos bons e ruins. Prova disso foi o comportamento da massa alviverde nos momentos difíceis. 

    Mesmo nos períodos de jejum de títulos (como nos anos 1980) ou nas dolorosas quedas para a Série B (em 2003 e 2013), a torcida palmeirense nunca abandonou o time.

    Pelo contrário – empurrou o Verdão de volta ao topo. Em 2014, quando o clube quase caiu novamente no ano do seu centenário, lá estavam 39 mil torcedores cantando no Pacaembu no jogo da salvação. 

    Essa resiliência mostra que a relação do torcedor palestrino com o clube é quase familiar: você pode até ficar bravo com aquele parente (no caso, o time) depois de um vexame, mas o amor continua inabalável.

    No lado positivo, essa cobrança por excelência também impulsiona o clube a se modernizar e buscar títulos sempre. Hoje o Palmeiras se orgulha do apelido “Maior Campeão do Brasil”, dado o recorde de títulos nacionais que possui (são 11 ou 12 Brasileiros, a depender da contagem histórica, além de várias Copas do Brasil). 

    Cada conquista é celebrada intensamente pela torcida – basta ver a festa épica na Avenida Paulista em 2021, quando o Verdão trouxe mais uma taça Libertadores para casa.

    A torcida palmeirense se vê como parte ativa dessas vitórias: eles se autodenominam Camisa 12 (daí o nome do nosso Portal), pois sabem que seu apoio faz diferença dentro de campo, funcionando como o 12º jogador.

    Paixão de pai para filho: a herança alviverde que nunca acaba

    Se você conversar com qualquer torcedor do Palmeiras, vai perceber que a paixão alviverde frequentemente é uma herança de família. Histórias de pais, avós e bisavós palestrinos são transmitidas como verdadeiras lendas domésticas. 

    O avô conta do tempo da Academia de Ademir da Guia, o pai relembra São Marcos defendendo pênaltis impossíveis nos anos 2000, e o filho vibra com os gols de Dudu e defesas do Weverton na era Abel Ferreira. 

    Assim, cada geração de torcedores palmeirenses carrega um pedaço da memória do clube e acrescenta novos capítulos. É uma corrente de amor verde e branco que parece não ter fim.

    Essa forte identificação faz do Palmeiras mais que um time: é parte da identidade de milhões de pessoas. As arquibancadas do Allianz Parque em dia de decisão estão pintadas de verde, mas também cheias de crianças, jovens, adultos e idosos unidos pelo mesmo canto. 

    Emoções passadas e futuras se encontram ali – lágrimas por lembrar um ídolo do passado, sorrisos sonhando com as próximas vitórias. Tudo isso embalado pelo coro “Palmeiras, minha vida é você!”.

    Em resumo, ser torcedor do Palmeiras é pertencer a uma Academia eterna: a Academia de paixão, de tradição e de fidelidade. A relação entre a torcida palmeirense e o clube é um laço indissolúvel, construído ao longo de mais de um século. 

    A Academia de Futebol deu ao palmeirense um orgulho único, e o torcedor em troca dá ao Palmeiras uma alma e uma voz incomparáveis. É uma troca bonita: o clube ensina o torcedor a amar e aspirar à excelência. A torcida ensina o clube que jamais lhe faltará apoio. Juntos, clube e torcida formam uma família alviverde que canta, vibra, cobra e comemora unida.

    Avanti Palestra! Hoje e sempre, a torcida que canta e vibra segue fazendo história ao lado do seu Palmeiras, seja nas arquibancadas, seja nas ruas ou na internet – porque o amor palestrino, esse não conhece fronteiras nem explicação lógica. 

    E se alguém ainda não entende… bem, talvez seja mesmo impossível explicar.

  • Inter arranca o empate do Corinthians no final do jogo e resultado não ajuda nenhum dos dois times

    Inter arranca o empate do Corinthians no final do jogo e resultado não ajuda nenhum dos dois times

    Em um jogo emocionante do começo ao fim, Internacional arranca o empate do Corinthians em 1 a 1 na noite desta quarta-feira (01/10), jogo disputado no Beira-Rio, em Porto Alegre. A partida válida pela 26ª rodada do Brasileirão, teve gols anulados e VAR roubando a atenção.

    Com pouco mais de 12 mil torcedores presentes no estádio, o primeiro tempo começou com o Inter empilhando chances perdidas de gols. Porém foi o Corinthians quem abriu o placar aos 10 minutos, com Gui Negão aproveitando o cruzamento de Matheuzinho e mandando a bola para dentro do gol, 1 a 0, para a felicidade do bando de loucos.

    O time comandado por Dorival Júnior permaneceu ofensivo, voltando a balançar as redes com Hugo finalizando para o fundo do gol, porém a arbitragem anulou o lance, permanecendo com o mesmo placar de antes, começando a chatear a massa alvinegra no estádio gaúcho.

    O Internacional chegou a empatar a partida com Óscar Romero aproveitando o cruzamento de Alan Patrick, mas o VAR decidiu interferir e após analisar o lance, o lance é anulado já que Luis Otávio atrapalhou a visão do goleiro Hugo Souza, aumentando a ira da torcida colorada nas arquibancadas, que ensaiavam umas vaias, finalizando a etapa inicial com um placar positivo para o time paulista.

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    Buscando o empate a todo custo, o Internacional começou o segundo tempo ofensivo e acumulou chances perdidas de gols com Aguirre, Carbonero e Borré, porém o goleiro Hugo Souza conseguiu segurar as bolas mandadas pelo time colorado.

    A paciência da torcida do Inter já estava no limite e o Corinthians tentava segurar o resultado para voltar a vencer, mas graças ao VAR, a chance do empate apareceu. Aos 54 minutos, o árbitro de campo marcou pênalti de Cacá sobre Bruno Henrique, começando uma “guerra” dentro de campo.

    O rebuliço começou forte dentro de campo, com muita reclamação por parte dos corintianos e com o técnico Dorival Júnior chegando a ser expulso de campo, mas nada mudou, com a marcação permanecendo. Na cobrança, Carbonero bate forte e mesmo acertando o lado, além de tocar na bola, o goleiro Hugo Souza não conseguiu fazer a defesa, placar empatado em 1 a 1 no apagar das luzes do Beira-Rio.

    Próximos jogos do Brasileirão

    A emoção volta a rolar solta no próximo sábado (04/10), quando o Internacional enfrentará o Botafogo às 18h30 (horário de Brasília), no Beira-Rio, em Porto Alegre. A partida será válida pelo Brasileirão.

    O Corinthians também estará em campo no mesmo dia, quando enfrentará o Mirassol às 21h (horário de Brasília), pela felicidade do Bando de Loucos na Neo Química Arena, em São Paulo.

  • Convocação da Seleção Brasileira: Rodrygo e Vini Jr de volta; veja os 26 jogadores contra Coreia do Sul e Japão

    Convocação da Seleção Brasileira: Rodrygo e Vini Jr de volta; veja os 26 jogadores contra Coreia do Sul e Japão

    O técnico Carlo Ancelotti anunciou os 26 jogadores da Seleção Brasileira para os amistosos de outubro contra Coreia do Sul e Japão. Os jogos acontecem no dia 10, em Seul, e no dia 14, em Tóquio, comopreparação para a Copa do Mundo de 2026.

    • 10/10 – 08h – Coreia do Sul x Brasil
    • 14/10 – 07h30 – Japão x Brasil

    Entre os principais destaques, estão o retorno de Vinícius Júnior, que ficou fora da última lista por suspensão nas Eliminatórias, e a primeira convocação de Rodrygo sob o comando de Ancelotti, técnico que já trabalhou com o atacante no Real Madrid.

    • Goleiros: Bento (Al-Nassr), Ederson (Fenerbahçe) e Hugo Souza (Corinthians).
    • Laterais: Caio Henrique (Monaco), Carlos Augusto (Internazionale), Douglas Santos (Zenit), Vanderson (Monaco) e Wesley (Roma).
    • Zagueiros: Éder Militão (Real Madrid), Fabricio Bruno (Cruzeiro), Gabriel Magalhães (Arsenal) e Beraldo (PSG).
    • Meio-campistas: André (Wolverhampton), Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Manchester United), João Gomes (Wolverhampton), Joelinton (Newcastle) e Paquetá (West Ham).
    • Atacantes: Estevão (Chelsea), Martinelli (Arsenal), Igor Jesus (Nottingham Forest), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Richarlison (Tottenham), Rodrygo (Real Madrid) e Vini Jr (Real Madrid).
    Jogadores convocados pela Seleção Brasileira. Foto: CBF/Instagram

    Desfalques importantes na lista

    O treinador italiano não pôde contar com alguns nomes que vinham sendo presença constante nas suas primeiras listas. Raphinha, do Barcelona, está lesionado e fora da convocação. Além dele, também ficaram de fora por problemas físicos: Marquinhos, Alexsandro Ribeiro, Andrey Santos e Alisson.

    Preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo 2026

    A delegação brasileira se apresenta em Seul na próxima segunda-feira (6) para iniciar os treinamentos. O objetivo da comissão técnica é dar sequência ao trabalho de renovação do elenco e ajustar a equipe para as Eliminatórias e para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México.

  • Novo calendário do futebol brasileiro: veja as mudanças históricas no Brasileirão, Copa do Brasil e Estaduais

    Novo calendário do futebol brasileiro: veja as mudanças históricas no Brasileirão, Copa do Brasil e Estaduais

    A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou uma série de mudanças que prometem revolucionar o calendário do futebol brasileiro a partir de 2026. O objetivo é valorizar as competições nacionais, dar equilibrar o número de jogos disputados.

    As alterações abrangem a redução das datas dos Campeonatos Estaduais, o aumento da duração do Brasileirão Série A, e novos formatos para a Copa do Brasil, Brasileirão Série C e Série D.

    Série A mais longa e Estaduais reduzidos

    O principal impacto das mudanças está no topo das competições. O Campeonato Brasileiro da Série A ganhará mais espaço, começando em 28 de janeiro e indo até 02 de dezembro, garantindo uma temporada mais longa e menos apertada.

    Em contrapartida, os campeonatos estaduais serão condensados em apenas 11 datas (de 11 de janeiro a 8 de março). Esta decisão prioriza o Brasileirão Série A e visa reduzir o desgaste dos jogadores nos clubes de elite no início da temporada.

    • Início: O Brasileirão 2026 começará em 28 de janeiro.
    • Fim: A última rodada será disputada em 2 de dezembro.
    • Finais do Estaduais: Apenas nas semanas das finais dos estaduais haverá folga nacional, sem rodadas do Brasileirão.

    Copa do Brasil: Mais clubes e final única

    A Copa do Brasil passará de 92 para 126 participantes em 2026 (e 128 em 2027). A competição terá sua final em jogo único no dia 6 de dezembro, encerrando o ano, em campo neutro.

    Nas quatro primeiras fases, são apenas jogos únicos. O formato de ida e volta começa apenas a partir da 5ª fase e segue até a semifinal. O torneio começa com os 24 equipes piores no ranking de clubes. Na segunda fase, mais 74 equipes completa.

    • Quinta fase: 20 clubes da Série A (incluindo os quatro que sobem da Série B).
    • Terceira fase: Campeão da Copa Nordeste, Copa Verde, Série C e Série D.
    • Ranking das federações (1 e 2): 06 vagas.
    • Ranking das federações (3 e 5): 05 vagas.
    • Ranking das federações (6 a 14): 04 vagas.
    • Ranking das federações (15 a 27): 03 vagas.

    Novo torneios regionais e nova estrutura

    A CBF investiu na criação e reestruturação de torneios regionais com 10 datas. As partidas ocorrerão entre março e junho. Os clubes que estiverem disputando a Libertadores ou a Sul-Americana não participarão desses torneios regionais.

    • Copa Sul-Sudeste (12 clubes): Serão 2 vagas para cada estado (PR, RS, SC, RJ, SP e MG).
    • Copa do Nordeste (20 clubes): Aumenta o número de participantes.
    • Copa Centro-Oeste e Copa Norte: O vencedor de cada uma se enfrentará para definir o campeão da Copa Verde. Detalhe: Clubes do Espírito Santo jogarão a Copa Centro-Oeste.

    Aumento de clubes nas Séries C e D

    As divisões de acesso, que são a base do futebol nacional, finalmente terão mais fôlego e mais equipes com calendário.

    Série D: De 64 para 96 Times em 2026!

    A Quarta Divisão aumentará de 64 para 96 equipes, garantindo pelo menos 14 partidas para cada clube. O novo formato será:

    • Fase de Grupos Gigante: 16 grupos com 6 times cada.
    • Playoffs e Acesso: Quatro fases de mata-mata até a definição dos acessos.

    Série C: Aumenta e Ganha Novo Formato em 2028

    A Terceirona, até 2028, passará de 20 para 28 clubes. O novo formato a partir de 2028 vai ficar da seguinte maneira:

    • Dois Grupos de 14: Jogos de ida e volta na primeira fase.
    • Mais Rebaixamento: Seis clubes cairão para a Série D, garantindo maior competitividade.
    Evento da CBF sobre as mudanças no calendário. Rafael Ribeiro/CBF
  • Richard Ríos vs Froholt: quem riu por último?  

    Richard Ríos vs Froholt: quem riu por último?  

    No verão falou-se muito de Richard Ríos. O médio colombiano brilhou no Palmeiras, até no Mundial de Clubes, e não faltaram clubes interessados. No meio da confusão, saiu o rumor: Benfica e Porto na corrida. O final da novela foi simples: o Benfica pagou 30 milhões por Ríos, o Porto levou Froholt por 20M.

    À primeira vista parecia jackpot para os encarnados. Hoje já não é bem assim.

    Ríos: talento sim, mas fora de lugar  

    Richard Ríos não engana: é agressivo, intenso, sabe transportar jogo à bruta, arrancar da defesa para o ataque. Mas não é um 8 que dita ritmos, não é um tecnicista para desmontar defesas fechadas, nem um criador de último passe. É um jogador de transições.

    E aqui está o problema: o Benfica não vive de transições. Contra 90% das equipas da Liga, vai ter a bola o tempo todo. Ríos brilha quando há espaço para correr, não quando tem de gerir posse. Resultado? Em Portugal vai parecer perdido. Ironia das ironias: é mais provável que se destaque contra um Real Madrid do que contra um Casa Pia.

    Nos primeiros jogos já deu para ver que vinha com tiques de Libertadores: muito ímpeto, pouco timing. Na Europa, se entras a querer fazer tudo, acabas por não fazer nada. Some-se a instabilidade do Benfica, eleições a ferver, Mourinho a entrar em modo bombeiro e a receita está pronta: Ríos na pole position para “flop do ano”.

    Froholt: a peça certa no puzzle certo  

    Do outro lado, o Porto optou por Froholt. Um tanque dinamarquês de 19 anos com intensidade fora do comum. Não é só físico: tem critério, sabe quando soltar, quando carregar, lê bem o jogo. Não deslumbra com técnica, mas impressiona com inteligência. E em poucos jogos já parecia que o meio-campo do Porto era dele.

    E atenção: o boom nórdico não é moda. Hjulmand, Gyökeres, Isak, Bardghji, Bobb, Ødegaard, Haaland. A lista fala por si. Froholt tem tudo para seguir esse caminho.

    Gestão: a diferença está na estrutura, não no relvado  

    A comparação entre Ríos e Froholt mostra bem mais do que estilos de jogo. Mostra estratégias. O Porto, com Villas-Boas, sabe para onde vai. O Sporting, com Varandas, vem de alguns dos melhores anos da sua história. O Benfica? Continua a gastar milhões sem perceber contexto.

    E depois há o mercado sul-americano. Os brasileiros já não vendem barato. Seguram craques, inflacionam, vendem diretamente para Inglaterra, Espanha, Itália. Resultado: Portugal perde a sua função de ponte. Jogadores que antes passavam por cá para ganhar experiência (Falcao, James, Militão, Luis Díaz, Ramires, Di María, Casemiro, Raphinha…) agora saltam logo para as Big 5. O problema é deles? Não. O problema é nosso, que ficamos de fora.

    O contra-exemplo: William Gomes  

    E é aqui que entra o caso William Gomes. O miúdo brasileiro chegou ao Porto ainda sem o preço inflacionado, ganhou minutos, adaptou-se ao futebol europeu e tem tudo para rebentar em breve. É o exemplo perfeito de como Portugal pode continuar a ser a tal ponte, se souber chegar primeiro.

    Porque uma coisa é gastar 30M num jogador já feito, mas fora de contexto. Outra bem diferente é investir cedo, moldar o talento e depois vender por 80M. William Gomes pode ser o próximo dessa lista, a seguir a nomes como Luis Díaz ou Militão.

    Moral da história  

    Ríos é bom jogador, mas não encaixa. Froholt encaixa que nem uma luva.
    Um custou 30M, o outro 20M.
    Um pode virar dor de cabeça, o outro já é solução.
    No futebol, como na vida, não basta comprar talento. É preciso comprar contexto.

  • Violência nas arquibancadas: o impacto das brigas de torcida na imagem do futebol brasileiro

    Violência nas arquibancadas: o impacto das brigas de torcida na imagem do futebol brasileiro

    Conhecidas mundialmente por serem o coração de um time de futebol, as torcidas exercem um papel fundamental nos dias de jogo. Mais do que promover verdadeiros espetáculos nas arquibancadas, o apoio incondicional demonstrado por elas muitas vezes ultrapassa os limites dos estádios.

    No entanto, o que deveria ser um espaço de convivência familiar, lazer e celebração do esporte tem se transformado, em diversos casos, em um ambiente de medo e violência. Esse cenário afeta diretamente a imagem do futebol brasileiro e afasta torcedores que buscam apenas aproveitar o espetáculo com segurança.

    Refletindo problemas sociais amplos, como a influência do crime organizado e até traços de masculinidade tóxica dentro das torcidas, esses episódios têm gerado consequências sérias para os clubes, exigindo atuações constantes das autoridades. O Portal Camisa12 mostra como esses acontecimentos impactam negativamente a imagem das equipes.

    https://adzappy.o18.link/c?o=21448455&m=21672&a=695610

    Danos à imagem do futebol

    As constantes brigas entre torcidas organizadas continuam manchando a imagem do futebol brasileiro, tanto no cenário nacional quanto no internacional. O que deveria ser um espaço de celebração da paixão pelo esporte tem se transformado em palco de violência, medo e insegurança. E o problema não ocorre apenas dentro dos estádios, nos arredores, a situação também é alarmante.

    Imagens de confrontos brutais, tanto dentro quanto fora das arenas, seguem sendo amplamente divulgadas nas redes sociais e na imprensa, reforçando a percepção negativa do Brasil como país-sede de grandes eventos esportivos.

    O impacto imediato dessas confusões é sentido dentro dos próprios estádios. Famílias e torcedores comuns têm evitado frequentar as partidas por medo de se tornarem vítimas da violência disfarçada de amor ao clube. O resultado é visível: queda no público, ambiente menos acolhedor e desvalorização da experiência de acompanhar um jogo ao vivo.

    Esse problema atinge diretamente a receita dos clubes, que muitas vezes dependem da bilheteria, do consumo interno nos estádios e do engajamento da torcida para manter suas finanças equilibradas.

    Além da evasão do público, há consequências ainda mais amplas na esfera econômica. Clubes envolvidos em episódios de violência são frequentemente punidos com multas, perda de mando de campo ou partidas com portões fechados, medidas que, embora necessárias, agravam os prejuízos financeiros. Patrocinadores e investidores também passam a olhar o futebol com mais cautela, receosos de vincular suas marcas a um ambiente associado à violência.

    Práticas criminosas envolvidas

    A questão da segurança pública também entra em pauta. A atuação de torcidas organizadas, em diversos momentos, está ligada a práticas criminosas, evidenciando falhas na fiscalização e na aplicação da lei. Muitos torcedores violentos seguem impunes, alimentando um ciclo contínuo de agressões e insegurança.

    Em inúmeros casos, mesmo com registros em vídeo, os responsáveis pelas brigas não são identificados ou punidos de forma adequada. Isso transmite uma mensagem de tolerância à violência e a percepção de que esses ambientes aceitam, ou ao menos não coíbem, a presença de indivíduos com esse tipo de comportamento.

    A rivalidade entre torcidas, que deveria representar uma forma saudável de competição, tornou-se um instrumento de ódio e intolerância. A paixão pelo futebol, que historicamente uniu diferentes classes sociais e regiões do país, tem sido distorcida por grupos que utilizam o esporte como justificativa para conflitos violentos.

    A imagem construída ao longo de décadas, baseada no talento, na arte e na emoção das partidas, segue sendo manchada por episódios recorrentes de violência. Para que o Brasil volte a ser reconhecido como o verdadeiro “país do futebol”, é necessário enfrentar com seriedade e firmeza o problema da violência nas arquibancadas.

    Campanhas de conscientização

    Algumas ações coordenadas entre clubes, federações, autoridades de segurança e o poder Judiciário têm buscado maneiras de evitar novos episódios de violência, além de promover campanhas educativas que resgatem o verdadeiro espírito esportivo de união.

    Em dezembro do ano passado, as maiores torcidas organizadas do país aderiram à campanha “Cadeiras Vazias”, que tinha como objetivo combater a violência nos estádios e fortalecer os valores de respeito, união e solidariedade, tanto dentro das arenas quanto em seus arredores.

    A iniciativa, promovida pelo Ministério do Esporte, vem ganhando força com o propósito de transformar as arquibancadas em espaços seguros, democráticos e acolhedores, resgatando o significado mais genuíno da paixão pelo futebol.

    Enquanto as brigas entre torcidas continuarem sendo tratadas com indiferença ou conivência, o futebol brasileiro seguirá perdendo credibilidade, público e espaço, tanto nas arquibancadas quanto no imaginário coletivo mundial.

  • Presidente do Santos prevê volta de Neymar em um mês

    Presidente do Santos prevê volta de Neymar em um mês

    O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, demonstrou grande otimismo em relação ao retorno de Neymar aos gramados, em entrevista concedida de maneira exclusiva ao Estadão.

    Apesar de estar há poucos dias em tratamento de uma lesão no músculo reto femoral da coxa direita, o dirigente fez uma previsão animadora para a torcida santista: o craque deve voltar a jogar entre o final de outubro e os primeiros dias de novembro.

    O tempo de recuperação para a lesão está estimado entre um e três meses, mas o dirigente acredita que o atacante superará o prazo mínimo. “Está em um prazo previsto para um mês”, afirmou.

    A fala contradiz a perpesctiva de que o camisa 10 só volte a jogar em 2026, por causa do encurtamento da atual temporada.

    Neymar em treino na academia do Santos. Foto: Instagram/Neymar

    Rotina de fisioterapia da lesão de Neymar

    A contusão ocorreu em um treinamento no CT Rei Pelé no dia 18 de setembro. Desde então, o departamento médico do clube paulista estabeleceu uma rotina de tratamento rigorosa para o atelta.

    O jogador tem realizado sessões de fisioterapia e atividades em dois períodos, todos os dias, que inclui exercícios em casa com sua equipe particular, que conta com sua equipe de confiança: o preparador físico Ricardo Rosa e o fisioterapeuta Rafael Martini.

    A expectativa da diretoria e da torcida é que o retorno de Neymar ocorra o mais rápido possível, fortalecendo o time santista na reta final do Campeonato Brasileiro de 2025 para se distanciar do Z4.

    Próximos cinco jogos do Santos:

    • 01/10 – 21h30 – Santos x Grêmio
    • 05/10 – 20h30 – Ceará x Santos
    • 15/10 – 21h30 – Santos x Corinthians
    • 20/10 – 21h30 Santos x Vitória
    • 26/10 – 16h – Botafogo x Santos
  • Recém-cheado ao Grêmio, Willian deve perder o resto da temporada 2025 por lesão

    Recém-cheado ao Grêmio, Willian deve perder o resto da temporada 2025 por lesão

    O meia-atacante William tem lesão confirmada e deve ficar de fora do restante da atual temporada do Grêmio, conforme a Rádio Pachola, que cobre o Tricolor Gaúcho diariamente. No entanto, o clube ainda não se pronunciou sobre a condição atual do atleta.

    O jogador saiu 20 minutos do primeiro tempo do jogo contra o Vitória, no sábado (27/09), pela 25ª rodada da Série A 2025.

    Ele teria sofrido uma fratura em um dos dedos do pé. A príncipio tentou seguir na partida na Arena do Grêmio, mas não conseguiu. Isso porque a dor era forte e o técnico Mano Menezes o substituiu.

    Apesar disso, os donos da casa conseguir os três pontos ao vencerem pelo placar de 3 a 1. Abaixo, veja todos os gols!

    O atleta, que havia iniciado sua terceira partida pelo time de Porto Alegre, foi atingido pelo paraguaio Cáceres no meio-campo.

    Leia também: História e tradição da arquibancada no Grêmio

    Frustração de Willian por lesão no Grêmio

    Portanto, a saída de Willian precoce frustra a sequência do reforço, após a chegada em setembro, atuou três jogos: foi titular no Gre-Nal e também diante dos embantes contra Botafogo e Vitória.

    O departamento médico do Grêmio divulgará um diagnóstico oficial e o tempo de recuperação nas próximas horas. Entrentano, já consideram como dúvida para os próximos compromissos.

    Jogos pelo Grêmio:

    • Grêmio 3 x 1 Vitória – 20 minutos
    • Grêmio 1 x 1 Botafogo – 70 minutos
    • Internacional 2 x 3 Grêmio – 62 minutos

    O jogador Willian foi contratado pelo Grêmio e recebe R$ 1,4 milhão, além de luvas e bónus por títulos, totalizando um dos maiores salários. A diretoria também contou com a ajuda de um patrocinador para arcar com os custos do salário mensal. 

    O vínculo é válido até o final de 2026 e existe a possibilidade de renovação por mais um para o profissional de 37 anos.

  • A Bola de Ouro e um futebol diferente

    A Bola de Ouro e um futebol diferente

    Não quero ser aquela pessoa que vive presa à nostalgia e não consegue apreciar a beleza do que é atual. Acho mesmo que o efeito nostálgico condiciona a nossa perceção do presente, em tudo na vida, não sendo o futebol uma exceção. Mas a Bola de Ouro está cada vez mais aborrecida.

    Quando era jovem, parecia que havia mais expectativa para ver quem ganhava o prêmio e havia mais credibilidade: as escolhas faziam sentido e eram praticamente unânimes ou, pelo menos, não chocavam ninguém.

    Cresci com Ronaldinho, Kaká e toda a era Messi/Ronaldo. Esta última, embora alguns anos dividissem se opiniões, era perfeitamente aceitável que fosse um ou outro a vencer. Ok, em 2021 foi muito discutível o prêmio dado ao argentino e em 2023… pronto, venceu o Mundial, mas mesmo assim… Além disso, em 2018 o único vencedor possível tinha o nome de Cristiano Ronaldo. Modric é craque, mas não há bem justificação. 

    Enfim, eu não tenho mais paciência para a FIFA, UEFA e a descredibilização da Bola de Ouro para mim aconteceu em 2018. Percebe-se de quem sou fã, certo? Adiante.

    Mas eu vejo os últimos dois vencedores, Rodri e Dembelé e, embora não queira tirar mérito aos jogadores, que são craques… não são excepcionais. E eu entendo os motivos de atribuição do prêmio, mas, sei lá… que aborrecido!

    Eu peço o seguinte exercício ao leitor: compraria bilhete para ir ao estádio ver o Rodri a pautar o meio campo ou o Dembelé a rasgar defesas? Hmmm eu não! Nem vou questionar sobre Messi ou Cristiano Ronaldo, era óbvia demais a resposta. Mas e para Kaká? Ronaldinho? R9? Figo? Zidane? Van Basten? Peço desculpa, afinal a resposta também é óbvia.

    Os critérios de atribuição da Bola de Ouro, a meu ver, são cada vez mais influenciados por terceiros, organizações multi-milionárias, ou pressões mediáticas. E sim, este ano ninguém me engana que o presidente do PSG não “obrigou” a que o prêmio fosse para um jogador francês. Nem vou entrar na discussão do porquê do vencedor claro ter de ser Vitinha (Olá, Liga das Nações) ou o escândalo que é Nuno Mendes (Olá, Liga das Nações) ter ficado em 10º lugar. Não me posso alongar, perco o controle, é um tema sensível desde 2018.

    Além de que parece que os jogadores atuais, aqueles que mais brilham, passam semanas nas bocas do povo, não ganham nada. Isto naturalmente torna o prêmio mais aborrecido. Os jogadores também estão mais aborrecidos, para mim, mas com o calendário atual, em que tudo serve para vender, vender e vender, como podem eles brilhar como antigamente?

    Está bem, eu sei que recebem milhões, mas o corpo não é uma máquina. 

    Talvez isto seja tudo um desabafo de quem cresceu na era Messi/Ronaldo e, depois disso, nada tem o mesmo sabor. Talvez o prêmio esteja menos credível. Talvez o futebol esteja mais aborrecido. Talvez eu não perceba nada disto. 

    A última opção é a correta, mas deixo a avaliação para o leitor.